Jorge Luís da Silva, que começou competir muito jovem. Como atleta, ficou entre os dez primeiros na prova dos 10 mil metros, no Campeonato Brasileiro Juvenil de 1997. Neste mesmo ano foi campeão juvenil na 1ª Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro. Ainda na fase de competidor, criou interesse pela área de treinamento e passou a auxiliar os companheiros. No final de 98 encerrou a carreira como atleta e no ano seguinte começou a trabalhar como treinador assistente da equipe Pé de Vento. Também dirigiu a seleção brasileira no Campeonato Mundial de Cross Country, realizado em 2006, no Japão. Nesse período de oito anos, dirigiu atletas como Franck Caldeira (campeão da São Silvestre 2006 e dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro) e Reginaldo Júnior (tricampeão brasileiro do 10 mil metros pistas). No final do ano passado desligou-se da Pé de Vento e em agosto de 2007, junto com Luiz Antônio dos Santos, fundaram a ONG Luasa, com a finalidade de proporcionar a prática de atletismo no Brasil.
Atleta Corporativo
Revista EXAME - e o que mais atrai as empresas americanas -- é o chamado atleta corporativo. O que é isso? "Durante a semana o atleta corporativo é capaz de produzir muito durante 12 horas por dia", diz a psicóloga Ana Maria Rossi, presidente da Isma-Brasil. "Mas, acabado o expediente, ele consegue se desligar do trabalho e recarregar suas baterias." É isso que o diferencia de um workaholic. O atleta corporativo tira férias e não fica telefonando para o escritório a cada dois dias para ver se está tudo em ordem. Se ele tiver de trabalhar no fim de semana, vai tirar um dia de folga depois. Ele gosta do trabalho, é muito produtivo, mas não vive só disso. O termo atleta corporativo foi cunhado pela consultoria LGE Performance Systems, que no início dos anos 70 começou a trabalhar na preparação de esportistas. Em meados dos anos 80, os consultores da LGE perceberam que os princípios que separam um bom atleta de um atleta excelente poderiam ser aplicados também no mundo ...
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